Velha política, imprensa falida e jornalistas pau mandados querem derrubar o presidente

Velha política, imprensa falida e jornalistas pau mandados querem derrubar o presidente

A velha política, imprensa falida e jornalistas pau mandados querem derrubar o presidente Jair Bolsonaro. Merval Pereira escreve, nesta terça-feira (17), que “pode ser uma licença de saúde, uma renúncia ou um impedimento político”. Qualquer coisa serve para o jornalista que recebia dinheiro de estatal para fazer palestras nos governos do PT. A fonte secou. Perder R$ 400 mil realmente dói no bolso. Bolsonaro o criticou publicamente. Agora, claro, ele ideia o presidente. Não tem dificuldade para fazer o jogo sujo daqueles que desejam defenestrar o presidente do poder. Outros jornalistas de velha imprensa, que sente profundamente a perda de verbas públicas, fazem o mesmo jogo antidemocrático há algum tempo.

Esses jornalistas verbalizam o desejo dos empresários de comunicação, que verbalizam o sonho de consumo dos políticos derrotados em 2018 e de potenciais aliados do presidente, que, no entanto, sentem-se alijados do poder pelo fim do toma lá, dá cá. São figuras asquerosas como Alcolumbre, presidente do Senado, e Maia, presidente da Câmara. O conluio é tão claro, que Alcolumbre e Maia, principalmente Maia, são tratados pela imprensa como grandes líderes e políticos competentes, figuras preparados para cuidar do Brasil ao contrário de Jair Bolsonaro.

O grupão golpista – empresários de comunicação, jornalistas pau mandados e políticos sem votos, mas com sede de poder -, tornaram-se, nestes tempos, a grande ameaça à democracia brasileira. Felizmente são golpistas que não têm prestígio popular para irem à esquina de nenhuma rua de qualquer cidade brasileira. São figuras odiadas, que, se realmente golpeassem o presidente, não permaneceriam no poder por meia hora. O povo os arrancaria das cadeiras que não conquistaram nas urnas. São parasitas que jamais chegarão ao Palácio do Planalto pelo voto.

Nesse afã de tomar o poder pelo golpe, esses politiqueiros tem trabalhado dia e noite contra os interesses do Brasil. O Congresso Nacional deixou de ser um Poder para se transformar em sede de uma espécie de grande partido de oposição comprometido com a sabotagem. Todos os projetos de interesse do país são engavetados ou boicotados ou destruídos sem pressa ou rapidamente. A reação do povo contra esse estado de coisas é tradada por essa gente como enfrentamentos ao Poder, quando, na verdade, é enfrentamento ao uso do Poder indevidamente. Portanto, defesa do Poder, hoje usurpado e transformado em sede de uma espécie grande partido inimigo do Brasil, como dito acima.

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Experimentem mexer com o presidente, para ver o tamanho da reação que virá das ruas! Experimentem! (Clesio Boeira.)

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