‘É melhor ser temido do que amado’, diz deputado-príncipe Luiz sobre a China

‘É melhor ser temido do que amado’, diz deputado-príncipe Luiz sobre a China

Uma das cabeças lúcidas da Congresso Nacional, o deputado Luiz Philippe de Orléans e Bragança comenta, sem citar especificamente, o princípio de crise diplomática entre Brasil e China pelo fato de o deputado Eduardo Bolsonaro dizer que a responsabilidade pelo novo coronavírus é dos chineses, que esconderam o problema e prejudicaram a reação mundial ao avanço do Covid-19.

Por falar a verdade incontestável, Eduardo foi atacado pelo embaixador chinês, que acabou envolvendo nos ataques toda a família Bolsonaro, incluindo, claro, o presidente. A reação do Itamaraty foi tímida, além de ser a única representativa. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia, pediram desculpas ao embaixador e à ditadura chinesa.

O cenário é bem visualizado pelo deputado-príncipe Luiz: “Políticos criticam amplamente e livremente o imperialismo americano e o colonialismo de países europeus há décadas. Mas por medo, críticas contra ditaduras comunistas de Cuba, Rússia e China foram poucas e tímidas. Maquiavel tinha razão ‘é melhor ser temido do que amado’.”

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