Bolsonaro critica Globo por tratar Suzy como vítima e ainda omitir seus crimes

Bolsonaro critica Globo por tratar Suzy como vítima e ainda omitir seus crimes

O presidente Jair Bolsonaro criticou, nesta segunda-feira (9), a Globo por tratar a transexual Suzy como vítima e ainda omitir seus crimes em reportagem no Fantástico do dia 1º de março.

“Enquanto a Globo tratava como vítima, omitia os crimes por ele praticados: estupro e assassinato de uma criança”, escreveu, no Twitter.

Bolsonaro lamentou, ainda, que não exista “prisão perpétua para crimes tão cruéis”.

Em referência à reação negativa provocada pela reportagem na sociedade, o presidente afirmou que, “graças à internet livre, o povo não é mais refém de manipulações”.

Cartaz
Juntamente com os comentários, o presidente publicou o cartaz acima.

Diz R7A transexual Susy de Oliveira, detenta da Penitenciária José Parada Neto, em Guarulhos, personagem de reportagem de Drauzio Varella no Fantástico do dia 1º de março, da TV Globo, foi condenada por estuprar e estrangular uma criança em 2010.

Documentos divulgados por um grupo de advogados revelam que Susy, cujo nome de batismo é Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, cometeu o crime em maio de 2010, no bairro União de Vila Nova, na capital paulista. De acordo com os autos de um pedido de revisão criminal feito pela defesa à Justiça, após abusar da vítima, um menino de 9 anos, “com a finalidade de assegurar a impunidade pelo crime anterior, o peticionário matou o ofendido mediante meio cruel, consistente em asfixia, e se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista tratar-se de criança, com mínima capacidade de resistência”.

Em depoimento à Justiça, uma tia afirmou que Susy foi uma criança que “roubava, mentia, não ia para a escola”. E acrescentou: “Até os 12 anos, coisas de criança. Mas depois dos 12, começou a roubar com arma, usava maconha”. Ela mencionou, ainda, que o então sobrinho já tinha sido acusado de abusar de uma criança de 3 anos.

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